O incentivo é para que cada cidadão, que quiser colaborar, leve até um quilo de alimento de itens que compõem uma cesta básica, como arroz, feijão, macarrão, leite em pó, dentre outros. A doação não é obrigatória.
Participam também da campanha Sistema Fecomércio, Associação dos Municípios do Estado do Ceará (Aprece) e Associação para o Desenvolvimento dos Municípios do Estado do Ceará (APDMCE).
O presidente da Casa, deputado Evandro Leitão (PDT), explicou durante o lançamento do Vacinação Solidária, que ocorreu no Palácio da Abolição na terça-feira (11/05), que a Assembleia aprovou uma lei, na última quinta-feira (06/05), que prevê o Pacto Ceará Contra a Fome. “Iremos doar mensalmente 10 mil cestas básicas para nossos irmãos e irmãs cearenses”, assinalou. O objetivo da ação é ampliar a ajuda a famílias em situação de vulnerabilidade que têm sofrido com a pandemia de Covid-19 em consonância com os programas Mais Nutrição e o Mesa Brasil.
Para outras informações sobre a campanha, basta entrar em contato com o Programa Mais Nutrição, através do telefone: (85) 99113.2246 (Mais Nutrição) ou (85) 99662.9158 (Mesa Brasil) ou doar pelo Pix: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O site é o vacinacaosolidaria.ceara.gov.br.
Pacto Ceará
A campanha “Pacto Ceará Contra a Fome”, desenvolvida pela Assembleia Legislativa, coleta alimentos não perecíveis para distribuir cestas básicas para famílias, em situação de alta vulnerabilidade social, em municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), enquanto vigorar o estado de calamidade pública em razão da pandemia do novo coronavírus.
Lançado no último dia 29 de abril, o Pacto envolve acordo de cooperação entre Assembleia Legislativa e outras instituições, a partir do qual se pretende garantir segurança alimentar e nutricional às pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social, com a aquisição e entrega de cestas básicas. O projeto de autoria da Mesa Diretora foi aprovado pelos deputados, autorizando a Casa a adquirir e distribuir cestas básicas, enquanto durar o estado de calamidade pública.
“O acordo está baseado na previsão constitucional que determina o Estado como provedor de assistência aos desamparados, com a finalidade de assegurar a dignidade humana. Esse pacto deve durar enquanto durar a pandemia e a situação de calamidade pública nos municípios, podendo ter continuidade no momento seguinte”, explicou Evandro Leitão, ao lançar a proposta.
GM/AT/com Assessoria